A ciência do amor, que não se aprende,
Mas abre dentro da alma, de repente,
A sombra de uma flor, quando a pressente
Abrindo-se de amor; se amor pretende
A posse de uma sombra onde se estende
A forma enclausurada na semente,
E a sagra respirando lentamente
O aroma desse amor que não se aprende,
É clara como a sede, como a fome,
No corpo em que se infunde e amor consome.
Porém, se amor crescendo é como a planta
E vive de uma insana liberdade,
No espaço em que ela vinga e se levanta,
A ciência do amor é a claridade.
Mas abre dentro da alma, de repente,
A sombra de uma flor, quando a pressente
Abrindo-se de amor; se amor pretende
A posse de uma sombra onde se estende
A forma enclausurada na semente,
E a sagra respirando lentamente
O aroma desse amor que não se aprende,
É clara como a sede, como a fome,
No corpo em que se infunde e amor consome.
Porém, se amor crescendo é como a planta
E vive de uma insana liberdade,
No espaço em que ela vinga e se levanta,
A ciência do amor é a claridade.
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