De um pote de vinho entre as flores
Eu bebi só. Não tinha ninguém comigo —
Até que, elevando minha taça, pedi à luminosa lua
Para trazer minha sombra e nos tornar três.
Ai! A lua não foi capaz de beber
E minha sombra me perseguiu vagamente;
Mas pelo menos durante algum tempo tive estes amigos
Para me alegrar pelo fim de primavera...
Eu cantei. A lua me encorajou.
Eu dancei. Minha sombra cambaleou atrás de mim.
Pelo visto, nós éramos alegres companheiros.
E então eu estava bêbado, e nós nos perdemos.
A benevolência estará sempre segura?
Eu olho a longa estrada do Rio de Estrelas.
Eu bebi só. Não tinha ninguém comigo —
Até que, elevando minha taça, pedi à luminosa lua
Para trazer minha sombra e nos tornar três.
Ai! A lua não foi capaz de beber
E minha sombra me perseguiu vagamente;
Mas pelo menos durante algum tempo tive estes amigos
Para me alegrar pelo fim de primavera...
Eu cantei. A lua me encorajou.
Eu dancei. Minha sombra cambaleou atrás de mim.
Pelo visto, nós éramos alegres companheiros.
E então eu estava bêbado, e nós nos perdemos.
A benevolência estará sempre segura?
Eu olho a longa estrada do Rio de Estrelas.
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