Je ne fay rien sans gayeté

Eu não faço nada sem alegria

Montaigne, Les Essais - Livre II, Chapitre 10.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

ROSINHA SILVESTRE — Goethe

Estava uma rosinha
Rosinha do silvado
Tão nova e tão fresquinha
Que linda cor que tinha!
Veio um rapaz malvado
Ah rosinha, rosinha,
Rosinha do silvado.

"Vou colher-te, lhe disse,
Rosinha do silvado.
Respondeu com meiguice:
— Bem bom que se ferisse!
Tenho espinhos, malvado!
Ah rosinha, rosinha,
Rosinha do silvado.

Colheu o arteiro a linda
Rosinha do silvado.
Arde-lhe o dedo ainda
E de chorar não finda
Ah rosinha, rosinha,
Rosinha do silvado.

Tradução de Alberto Ramos.

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