Je ne fay rien sans gayeté

Eu não faço nada sem alegria

Montaigne, Les Essais - Livre II, Chapitre 10.

domingo, 16 de novembro de 2014

PERCEBENDO A FUTILIDADE DA VIDA — Po Chü-i

Escrito na parede de uma cela de monges, aproximadamente 828 AD.
 
Desde o tempo em que eu era um menino vigoroso 
Até agora, quando estou doente e velho, 
As coisas que desejei foram diferentes em tempos diferentes, 
Mas eu estar ocupado, isso nunca mudou. 
Antes, na praia —construindo pagodes de areia; 
— Agora, na Corte, coberto com jade tilintante. 
Isto e aquilo —jogos igualmente infantis, 
Coisas cuja substância passa num momento do tempo! 
Enquanto as mãos estiverem ocupadas, o coração não pode entender; 
Quando não há nenhum Livro Sagrado, então a Doutrina é sã.*
Até mesmo o esforço zeloso para aprender o Caminho, 
Aquele mesmo esforço fará a pessoa errar mais. 
 
* Esta é a doutrina da Seita Dhyana.

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