Je ne fay rien sans gayeté

Eu não faço nada sem alegria

Montaigne, Les Essais - Livre II, Chapitre 10.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

PORTA DA CALAMIDADE E DA FELICIDADE

Não há nenhuma porta especial para a calamidade e a felicidade na vida humana; elas vêm de acordo com o apelo dos próprios homens. Suas recompensas seguem o bem e o mal como a sombra que acompanha um corpo.
Maldições e bênçãos não são limitadas a avenidas especiais, pelas quais elas caem do céu sobre o gênero humano. Não há nenhuma porta especial em nossas casas pelas quais elas entram; elas são independentes do espaço e vêm em resposta a nossas ações. Em outras palavras, não é um destino cego que dirige as maldições e as bênçãos, mas nós mesmos é que somos os autores de nosso destino.

Thâi-Shang, Tratado das Ações e de suas Retribuições.

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